Em “Energizando o Futuro”, o prêmio Nobel Robert B. Laughlin nos transporta dois séculos no futuro, quando teremos cessado o uso de carbono do solo – seja porque os humanos baniram a queima de carbono ou porque o combustível simplesmente acabou. Ousadamente, Laughlin prediz que não haverá transformações radicais em substituição. Seis gerações para frente, não existirão centros comerciais e viagens a negócio. As lareiras ainda serão aconchegantes e quentes.
Como será feito? Não será pela descoberta de uma bala mágica que vai resolver nossos problemas de energia, mas será por uma série de tecnologias fascinantes, removida do vento, da água e do fogo. “Energizando o Futuro”, é um objetivo e ainda otimistico passeio através de fontes alternativas de combustíveis, ambientado em um mundo onde cada gota de petróleo e cada pazada de carvão foram consumidos.
Matt Ridley é colunista do jornal semanal Mind & Matter, e escreveu um artigo no Wall Street Journal: “Robert Laughlin, que ganhou um Prêmio Nobel pelo seu trabalho em física quântica, pensa que ninguém pode encontrar muito aquecimento global na atualidade, em suas observações de tempo, e que a morte final da queima do carbono está tão distante, talvez umas 10 gerações, que se torna irrelevante em relação aos problemas de energia atuais. E nesta obra, ele projeta o problema do uso de energia para daqui a 2 séculos, partindo do princípio de que vai levar muito tempo até os combustíveis fósseis acabarem.”
Sobre o autor:
Robert B. Laughlin é Professor de Física da Stanford University. Em 1998 ele compartilhou o Prêmio Nobel de Física, pela descoberta de uma nova forma de fluido quântico com exitabilidade fracionada. Ele é o autor da obra “The Crime of Reason”e “A Different Universe”. Ele mora em Palo Alto, California, EUA.
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